Ando, mais uma vez, sem tempo para nada.
Qualquer dia ainda arranjo uma doença daquelas da moda, o stress...
Para contornar o tal stress, sensibilizada com o caso Freeport, assim como com a esperança que Sócrates sente de não ser (mais) envolvido no caso, resolvi deixar-vos uma prendinha.
É que... "Verde", é a cor da esperança, e cantada por Natália Andrade, fica-se logo com esperança que ela acabe de cantar rapidamente, tal é o receio de sufocar a rir!
Então, cá vai (é melhor sentarem-se)...
Ah. Já agora, chamo a vossa atenção para a última frase deste belo poema, que foi inspirada numa conversa telefónica entre Sócrates e o seu estimado tio.
“Quando descobrimos aquilo de que somos feitos e a maneira como somos construídos, descobrimos um processo incessante de construção e destruição e apercebemo-nos de que a vida está à mercê desse processo interminável. Tal como os castelos de areia das praias da nossa infância, a vida pode ser levada pela maré.” António Damásio, O Sentimento de Si (1999)
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
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