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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

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Mas quem foi o génio que idealizou esta informação para deficientes motores?
E qual é o Governo "genial" que continua a assobiar para o lado sempre que se fala do cidadão com deficiência e dos seus Direitos?
Este país está cada vez mais parecido com uma selva capitalista, em que só interessa mesmo é ganhar o máximo possível à custa dos trabalhadores, antes que eles acordem.
Mas o povo às vezes é imprevisível...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Longe vão os tempos... (será?)

"Em 1926 é instalado o regime fascista.
A Constituição de 1933 estabelece a igualdade dos cidadãos perante a lei “salvo quanto à mulher, às diferenças da sua natureza e do bem da família”.
O Código Civil de 1934 consignava o homem como o “chefe da família a quem a mulher e a criança deviam obediência”. À mulher competia, sobretudo, os cuidados domésticos: “ manter o asseio, a ordem e a alegria no lar”, mas a realidade social evidenciava a existência de mulheres a trabalhar ganhando 2/3 do salário do homem.

Num discurso de 1933, Salazar afirmava: “o trabalho da mulher fora do lar desagrega este, separa os membros da família, torna-os estranhos”. “À mulher compete tornar a casa atraente e acolhedora, prestar ao marido a deferência e submissão como chefe de família” – lê-se no Manual de Educação Moral e Cívica, que constava do programa escolar nos anos 40.

Muitos provérbios populares davam expressão ao modo como o regime fascista encarava as mulheres: A casa é das mulheres e a rua é dos homens; A mulher e o melão, o calado é o melhor; A mulher só diz duas verdades por dia. Ao levantar-se: - Tenho tanto que fazer hoje! Ao deitar-se: - Passou-se o dia e não fiz nada; Quem a sua mulher ensina a ler ou é cornudo ou está para ser; Da burra im e da mulher que sabe latim livra-te tu e a mim; Não provam bem as senhoras que se metem a doutoras."

in www.mdm.org.pt

Passados quase 35 anos de Revolução de Abril, que marcou profundamente a viragem na forma como a mulher é encarada na sociedade portuguesa, definindo pela primeira vez os seus direitos e a sua função social, o seu papel, atrevo-me a perguntar: Será que é verdade? Será que já não há razões para as mulheres se sentirem descriminadas? Será que a sociedade já lhe atribui a verdadeira importância? Será??

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Ser Mulher

Acabadinho de receber por email...
Como poderão observar, trata-se de um conjunto de frases retiradas de revistas ditas femininas, do tempo da ditadura fascista.
Congratulo-me por já muita coisa estar diferente, nos tempos actuais. Mas há ainda muito a fazer no que toca à dignidade da mulher, e ao seu estatuto na sociedade.
A título humorístico, não posso deixar de dizer que acho uma "pérola" aquela da casa de banho...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

A Luta Conti(í)nua



Desta vez não posso ir, mas estarei atenta aos noticiários!
Vai ser uma grande jornada de luta!
(Espero que a comunicação social não ignore a manifestação.)