sexta-feira, 24 de abril de 2009

25 de Abril SEMPRE


Quero viver este dia! Quero que as futuras gerações saibam o que é o 25 de Abril.
Para nós, portugueses livres, é hoje que gritamos:

25 de Abril Sempre
Fascismo nunca mais!

VIVA À LIBERDADE. VIVA O 25 DE ABRIL!

8 comentários:

GR disse...

25 de Abril Sempre!

Com um beijo e muitos Cravos,

GR

Maria disse...

E eu quero que vivas Abril. O nosso Abril. E que ensines aos teus filhos o que foi o fascismo. E o que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974, e o que é o 25 de Abril. E como temos, e eles terão, que o defender todos os dias.
E eu quero que vivas este dia todos os dias! Como mereces, como nós merecemos.

Beijinhos, e muitos cravos VERMELHOS por aí

Fernando Samuel disse...

Viva Abril de novo!

Um beijo de Abril.

Lúcia disse...

Faço minhas as tuas palavrs, Sal!
Olho para esta data com a razão que a História permite e com a emoção de um povo que, APESAR DOS APESARES, é livre!

Embora custe a muittttaaa gente, como se vê por aqui, também:)

beijinhos e cravos para todos aí

Sal disse...

Espero que todos tenham tido um excelente dia 25 de Abril, como eu tive. Com grandes comemorações, muitos cravos vermelhos e acima de tudo, com os ideais de Abril no coração!
Muitos Beijinhos

25 de Abril, Sempre!

linhadovouga disse...

Foi bom. E que bom foi estares lá.

Antuã disse...

Em estarreja as comemorações do 25 de Abril organizadas pela CDU teve uma participação que foi o dobro das do ano passado.

Dylan disse...

"Lembrar Abril"


Nesta altura do ano surgem sempre os detractores da Revolução de Abril - uma espécie de saudosistas do Estado Novo - pois "antigamente é que era bom", dizem eles. Como se 40 anos de obscurantismo não tivessem atrasado irremediavelmente o País e a Pide fosse uma qualquer organização sócio-cultural! Esta nostalgia serôdia dá náuseas e piora quando falam com desdém do "excesso de liberdade" e da democracia.



Mas será que esta gente não se lembra do que acontecia no tempo do pseudo-estadista? A colagem ao fascismo, as repressões políticas e públicas com a vergonhosa conivência da igreja católica, a censura literária, a educação baseada num nacionalismo bafiento, da interminável Guerra do Ultramar e do obsessivo colonialismo.


Actualmente parece que entramos num processo de regressão pois inauguram-se ruelas com nomes de ditadores existindo também regiões do País que ignoram a data. Convém explicar às gerações futuras que a História não pode voltar a repetir-se e que a morte de homens como Humberto Delgado não pode ter sido em vão.

http://dylans.bogs.sapo.pt/